<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Terapia Biográfica &#187; marceloguerra</title>
	<atom:link href="http://www.terapiabiografica.com.br/author/marceloguerra/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.terapiabiografica.com.br</link>
	<description>Psicoterapia Ampliada pela Antroposofia</description>
	<lastBuildDate>Wed, 28 Jul 2010 13:07:48 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0</generator>
		<item>
		<title>Você gosta de comemorar aniversários?</title>
		<link>http://www.terapiabiografica.com.br/2010/07/28/voce-gosta-de-comemorar-aniversarios/</link>
		<comments>http://www.terapiabiografica.com.br/2010/07/28/voce-gosta-de-comemorar-aniversarios/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 13:07:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[antroposofia]]></category>
		<category><![CDATA[auto-desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.terapiabiografica.com.br/?p=109</guid>
		<description><![CDATA[Estas últimas semanas tenho andado bastante ocupado com a preparação de um evento totalmente diferente que vamos realizar em dezembro: um workshop de Natal. Muitas questões têm brotado e gostaria de compartilhar algumas com vocês. A principal delas é a que diz respeito aos aniversários. Algumas pessoas comemoram bastante seus aniversários, às vezes com grandes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.terapiabiografica.com.br/wp-content/uploads/2010/06/birthday-party.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-110" title="birthday-party" src="http://www.terapiabiografica.com.br/wp-content/uploads/2010/06/birthday-party-282x300.jpg" alt="" width="282" height="300" /></a></p>
<p>Estas últimas semanas tenho andado bastante ocupado com a preparação de um evento totalmente diferente que vamos realizar em dezembro: um workshop de Natal. Muitas questões têm brotado e gostaria de compartilhar algumas com vocês. A principal delas é a que diz respeito aos aniversários.</p>
<p>Algumas pessoas comemoram bastante seus aniversários, às vezes com grandes festas. Já outras olham para seus aniversários como marcos de seu (inevitável) envelhecimento, e dizem: &#8220;menos um ano&#8221;.</p>
<p>O meu é uma data que eu sempre aguardo com (alegre) ansiedade. Pensava que era por ganhar presentes quando criança. Hoje vejo que não é bem isso, até porque quanto mais velho vou ficando, menos presentes vou ganhando. E mesmo assim, é um dia muito especial para mim. Coincide com o fato de ser um feriado nacional (Dia de Nossa Senhora Aparecida), e obrigatoriamente sair da rotina (e ninguém poder arranjar desculpa de trabalho ou estudo para não me visitar).</p>
<p>A Astrologia reconhece a importância dos aniversários e atribui características especiais a cada período. Denomina ano pessoal a fase entre um aniversário e outro e estuda as características desses 12 meses na análise chamada Revolução Solar. Já a astrologia chinesa observa semelhanças nas pessoas nascidas num mesmo ano, em signos nomeados por animais. Os celtas também atribuem animais à época do nascimento, mas de acordo com o mês de nascimento.</p>
<p>O fato é que o aniversário é uma época de reflexão interior, de olhar para o ano que passou e para aquilo que queremos implementar no ano que para nós começa.</p>
<p>O trabalho biográfico de base antroposófica divide as idades em setênios, ou seja, períodos de sete anos. Cada setênio apresenta uma ênfase diferente em cada aspecto do nosso desenvolvimento corporal ou emocional(veja box). De 42 a 49 anos, que é o setênio pelo qual estou passando, a palavra-chave é autenticidade. Assim, a busca é do que é verdadeiro em minha vida. A verdade pode libertar, mas também causa muita dor, e muitas pessoas preferem evitar este contato com ela ou, pelo menos, evitá-la.</p>
<p>Aniversário é uma palavra latina que significa &#8220;aquilo que volta todos os anos&#8221;. Anniversarius vem de annus (ano) e vertere (voltar), ou seja, aquilo que se faz ou que volta todos os anos. O costume de acender velas nos bolos começou com os gregos. É como um tributo ao aniversariante pelo sucesso de estar ainda presente na grande aventura que é esta incrível jornada que chamamos &#8220;vida&#8221;. Além disso, teria um sentido mágico de realizar pedidos, pois o fogo é um elemento transformador. Assim, acendemos as velas para simbolizar que aquilo que buscamos concretizar neste ano que se inicia para nós será carregado de energia interior &#8211; para que possamos transformar o futuro.</p>
<h2>SETÊNIOS</h2>
<dl>
<dd title="Setênios">0 a 7 anos: formação do corpo</dd>
</dl>
<dl>
<dd title="Setênios">7 a 14 anos: conhecendo o mundo</dd>
</dl>
<dl>
<dd title="Setênios">14 a 21 anos: pertencendo a um grupo</dd>
</dl>
<dl>
<dd title="Setênios">21 a 28 anos: experimentando o mundo e a mim mesmo</dd>
</dl>
<dl>
<dd title="Setênios">28 a 35 anos: juntando razão e coração</dd>
</dl>
<dl>
<dd title="Setênios">35 a 42 anos: ampliando a consciência</dd>
</dl>
<dl>
<dd title="Setênios">42 a 49 anos: buscando a autenticidade</dd>
</dl>
<dl>
<dd title="Setênios">49 a 56 anos: desenvolvendo a escuta interna</dd>
</dl>
<dl>
<dd title="Setênios">56 a 63 anos: valorizando a intuição</dd>
</dl>
<dl>
<dd title="Setênios">de 64 anos em diante: doando os frutos maduros</dd>
</dl>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.terapiabiografica.com.br/2010/07/28/voce-gosta-de-comemorar-aniversarios/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Como mudar o que nos incomoda?</title>
		<link>http://www.terapiabiografica.com.br/2010/07/21/como-mudar-o-que-nos-incomoda/</link>
		<comments>http://www.terapiabiografica.com.br/2010/07/21/como-mudar-o-que-nos-incomoda/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 13:03:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[antroposofia]]></category>
		<category><![CDATA[auto-desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.terapiabiografica.com.br/?p=106</guid>
		<description><![CDATA[Em tempos de crise, seja financeira ou pessoal, a necessidade de mudanças na vida se torna cada vez mais importante. Mudar é importante, mas mudar como? Mudar o quê? Mudar para quê? Responder a estas três perguntas é a chave para que essas mudanças sejam coerentes com sua história, sua trajetória até o momento atual. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste"><a href="http://www.terapiabiografica.com.br/wp-content/uploads/2010/06/sky-and-goal-post-scotwills1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-107" title="sky-and-goal-post-scotwills1" src="http://www.terapiabiografica.com.br/wp-content/uploads/2010/06/sky-and-goal-post-scotwills1-300x230.jpg" alt="" width="300" height="230" /></a></div>
<div>Em tempos de crise, seja financeira ou pessoal, a necessidade de mudanças na vida se torna cada vez mais importante. Mudar é importante, mas mudar como? Mudar o quê? Mudar para quê? Responder a estas três perguntas é a chave para que essas mudanças sejam coerentes com sua história, sua trajetória até o momento atual.</div>
<div id="_mcePaste">Como identifico o que precisa ser mudado? Lendo artigos sobre autoajuda? Ouvindo conselhos de amigos preocupados? Radicalizando e mudando tudo de uma vez? Muitas vezes, mudamos levados pela precipitação.Sendo assim,o &#8220;barulho&#8221; interior, causado pela insatisfação, não permite escutar nossa voz interior que sussurra claramente aquilo que nos incomoda e como podemos mudar. É aí que a proposta da Terapia Biográfica melhor mostra seus efeitos. Através de um trabalho chamado Panorama Biográfico, em que a primeira atividade é elaborar uma pergunta, geralmente expressa de forma artística, por meio de aquarela ou modelagem em argila.</div>
<div id="_mcePaste">Por que de forma artística e não simplesmente falando? Temos diferentes meios para nos expressarmos, a palavra falada é um deles, talvez o mais prático, pois você carrega suas cordas vocais o dia todo. A palavra escrita já é outro meio, e o que você expressa já assume um significado um pouco diferente. Faça o teste: grave uma conversa sua com alguém falando sobre qualquer assunto. Depois escreva o que você pensa sobre aquele assunto. Então leia o que escreveu e ouça o que falou. Perceba como o peso das palavras numa forma ou outra de expressar-se assume proporções distintas, e permite que você tenha uma percepção diferente de tal assunto. Muito mais diversa ainda é a proporção dos fatos ao ser expressa em meios diferentes, como na pintura, no desenho, na modelagem em argila, na dança. Esta é a missão maior da arte: permitir a expressão daquilo que, de outra forma, não poderia ser expresso, pelo menos, não com as possibilidades que os recursos artísticos permitem.</div>
<div id="_mcePaste">Voltando ao assunto das metas, elaboramos a pergunta sob uma forma artística, aquela a que estamos menos acostumados, menos condicionados, menos preparados para manipular e criticar durante o processo. Daí seguimos o processo de rever e recontar a própria história, acessando a memória também através da palavra falada e escrita, e através da arte. Ouvir a própria história contada por si mesmo de diferentes maneiras permite uma visão panorâmica, como se você olhasse um vilarejo do alto de uma montanha, e o sentido da sua biografia se revela com maior clareza. É por este sentido que você puxa o fio para criar as suas metas de mudança. E elas precisam sempre responder às três perguntas:</div>
<div id="_mcePaste">1 O que quero mudar na minha vida?</div>
<div id="_mcePaste">2Para que quero mudar isto?</div>
<div id="_mcePaste">3Como vou realizar esta mudança?</div>
<div id="_mcePaste">Estas mudanças, portanto, não são aleatórias, são fundamentadas na voz interna &#8211; que traz aquilo que em essência você é e busca sua missão de vida. É importante que após três meses você reveja essas metas, a partir do que você realizou no curto prazo:</div>
<div id="_mcePaste">A forma como você vem agindo vai de encontro às suas aspirações ou lhe provoca arrependimento logo após a ação?</div>
<div id="_mcePaste">Essas metas são possíveis ou somente geradoras de culpa e ansiedade?</div>
<div id="_mcePaste">Se for o caso, refaça suas metas em bases mais próximas de suas aspirações e de suas possibilidades neste momento. As metas são um meio para aproximar-se de seu eu interior, não devem ser mais uma cobrança sem sentido que nos impomos. E quando nos aproximamos de nosso eu interior, de nossa essência, nos aproximamos desse estado que sempre buscamos: a felicidade!</div>
<p>Em tempos de crise, seja financeira ou pessoal, a necessidade de mudanças na vida se torna cada vez mais importante. Mudar é importante, mas mudar como? Mudar o quê? Mudar para quê? Responder a estas três perguntas é a chave para que essas mudanças sejam coerentes com sua história, sua trajetória até o momento atual.<br />
Como identifico o que precisa ser mudado? Lendo artigos sobre autoajuda? Ouvindo conselhos de amigos preocupados? Radicalizando e mudando tudo de uma vez? Muitas vezes, mudamos levados pela precipitação.Sendo assim,o &#8220;barulho&#8221; interior, causado pela insatisfação, não permite escutar nossa voz interior que sussurra claramente aquilo que nos incomoda e como podemos mudar. É aí que a proposta da Terapia Biográfica melhor mostra seus efeitos. Através de um trabalho chamado Panorama Biográfico, em que a primeira atividade é elaborar uma pergunta, geralmente expressa de forma artística, por meio de aquarela ou modelagem em argila.<br />
Por que de forma artística e não simplesmente falando? Temos diferentes meios para nos expressarmos, a palavra falada é um deles, talvez o mais prático, pois você carrega suas cordas vocais o dia todo. A palavra escrita já é outro meio, e o que você expressa já assume um significado um pouco diferente. Faça o teste: grave uma conversa sua com alguém falando sobre qualquer assunto. Depois escreva o que você pensa sobre aquele assunto. Então leia o que escreveu e ouça o que falou. Perceba como o peso das palavras numa forma ou outra de expressar-se assume proporções distintas, e permite que você tenha uma percepção diferente de tal assunto. Muito mais diversa ainda é a proporção dos fatos ao ser expressa em meios diferentes, como na pintura, no desenho, na modelagem em argila, na dança. Esta é a missão maior da arte: permitir a expressão daquilo que, de outra forma, não poderia ser expresso, pelo menos, não com as possibilidades que os recursos artísticos permitem.<br />
Voltando ao assunto das metas, elaboramos a pergunta sob uma forma artística, aquela a que estamos menos acostumados, menos condicionados, menos preparados para manipular e criticar durante o processo. Daí seguimos o processo de rever e recontar a própria história, acessando a memória também através da palavra falada e escrita, e através da arte. Ouvir a própria história contada por si mesmo de diferentes maneiras permite uma visão panorâmica, como se você olhasse um vilarejo do alto de uma montanha, e o sentido da sua biografia se revela com maior clareza. É por este sentido que você puxa o fio para criar as suas metas de mudança. E elas precisam sempre responder às três perguntas:<br />
1 O que quero mudar na minha vida?2Para que quero mudar isto?3Como vou realizar esta mudança?Estas mudanças, portanto, não são aleatórias, são fundamentadas na voz interna &#8211; que traz aquilo que em essência você é e busca sua missão de vida. É importante que após três meses você reveja essas metas, a partir do que você realizou no curto prazo:<br />
A forma como você vem agindo vai de encontro às suas aspirações ou lhe provoca arrependimento logo após a ação?Essas metas são possíveis ou somente geradoras de culpa e ansiedade?Se for o caso, refaça suas metas em bases mais próximas de suas aspirações e de suas possibilidades neste momento. As metas são um meio para aproximar-se de seu eu interior, não devem ser mais uma cobrança sem sentido que nos impomos. E quando nos aproximamos de nosso eu interior, de nossa essência, nos aproximamos desse estado que sempre buscamos: a felicidade!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.terapiabiografica.com.br/2010/07/21/como-mudar-o-que-nos-incomoda/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Preste atenção em você e ganhe saúde</title>
		<link>http://www.terapiabiografica.com.br/2010/07/14/preste-atencao-em-voce-e-ganhe-saude/</link>
		<comments>http://www.terapiabiografica.com.br/2010/07/14/preste-atencao-em-voce-e-ganhe-saude/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 12:56:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[antroposofia]]></category>
		<category><![CDATA[auto-desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.terapiabiografica.com.br/?p=102</guid>
		<description><![CDATA[O seu corpo é mantido em funcionamento harmonioso pela energia vital. É ela que mantém os órgãos funcionando de forma equilibrada e os tecidos cumprindo sua função na complexidade que é o corpo humano. A energia vital é governada pela sua essência, que também é chamada eu interior ou self. É aquilo que você no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.terapiabiografica.com.br/wp-content/uploads/2010/06/nia-technique.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-103" title="nia technique" src="http://www.terapiabiografica.com.br/wp-content/uploads/2010/06/nia-technique-278x300.jpg" alt="" width="278" height="300" /></a></p>
<p>O seu corpo é mantido em funcionamento harmonioso pela energia vital. É ela que mantém os órgãos funcionando de forma equilibrada e os tecidos cumprindo sua função na complexidade que é o corpo humano. A energia vital é governada pela sua essência, que também é chamada eu interior ou self. É aquilo que você no fundo é e que traz a memória de sua missão de vida, do sentido que você busca na vida. Esta essência é inconsciente, você pode acessá-la pela intuição e não pelo raciocínio lógico.</p>
<p>Sua saúde e bem-estar dependem fundamentalmente de estar em sintonia com sua missão de vida. Se você está agindo de acordo com ela, sente-se feliz e seu corpo funciona adequadamente. Se, por outro lado, você age de forma diferente daquilo que faz sentido para sua vida, as doenças aparecem, e você se sentirá triste e angustiado. A doença, nesse sentido, é o sinal de alarme para o afastamento que você está tomando de sua essência. É quando você está doente que deve estar mais atento para olhar dentro da sua história de vida. Assim, pode buscar, através do que os fatos evidenciam, o sentido da sua própria vida &#8211; e recuperar o passo para andar na trilha indicada por esse resgate.</p>
<p>Você pode fazer isso valendo-se de um diário onde você anotará toda noite o que lhe aconteceu naquele dia, o que você aprendeu, a quem você é grato e o que você pode fazer com isso. Depois de alguns meses escrevendo, releia o conjunto de suas anotações e você começará a perceber como os fatos isolados e os encontros com essas pessoas que lhe ajudam têm um sentido. Procure perceber esse sentido com sua intuição, e você perceberá o fio condutor do seu destino. Num Biográfico Panorâmico este trabalho é feito de maneira intensiva e em grupo, além de usar outras formas de expressão, como pintura, dança e modelagem, o que facilita a percepção desse fio condutor.</p>
<p>A sua missão de vida faz parte de um intrincado relacionamento que cada ser humano tem com os outros com quem vive em comunidade, com todos os seres do planeta e com o universo. A profissão que você escolheu, por exemplo, não é importante somente para você, mas para muitas pessoas que dependem de você. Quem tem filhos, imediatamente pensa neles, mas é preciso reconhecer que sua vida está ligada a muito mais pessoas, às vezes de forma sutil, como o vendedor de doces que traz aquele docinho que te adoça a tarde monótona no escritório. Dependemos uns dos outros e cada um tem sua missão de vida entrelaçada às missões de cada um na humanidade. Poderíamos chamar esse inter-relacionamento de Ecologia Humana.</p>
<p>O trabalho biográfico de base antroposófica busca clarear este sentido, a missão de vida, através do resgate de fatos de sua biografia.Entender a própria história permite transformar o presente, e viver em plenitude dentro da missão de vida que cada um escolheu para si mesmo.</p>
<p>Lançando mão da reflexão, o trabalho biográfico resgata os fatos do passado de cada um; da partilha desses fatos em grupo (onde muitas vezes o outro funciona como espelho)e através da arte, que é a forma de expressão pela qual o inconsciente melhor se expressa. Jogamos luz em nossas vivências e percebemos como nossa essência se manifesta. Dessa forma, podemos fazer as mudanças necessárias em nossas vidas para sermos mais felizes e saudáveis.</p>
<p>E quanto às doenças, aprenda a percebê-las como amigas que lhe lembram de parar e refletir sobre sua própria vida. Elas lhe fazem perceber se você está indo na direção que traçou para o seu desenvolvimento. Afinal de contas, os melhores amigas são aqueles que nos avisam quando estamos no caminho errado.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.terapiabiografica.com.br/2010/07/14/preste-atencao-em-voce-e-ganhe-saude/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Praticando o desapego</title>
		<link>http://www.terapiabiografica.com.br/2010/07/07/praticando-o-desapego/</link>
		<comments>http://www.terapiabiografica.com.br/2010/07/07/praticando-o-desapego/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 12:50:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[antroposofia]]></category>
		<category><![CDATA[auto-desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.terapiabiografica.com.br/?p=100</guid>
		<description><![CDATA[A entrega do Oscar de melhor filme estrangeiro neste ano trouxe uma surpresa. O filme japonês Partidas(Departures /Okuribito) levou a tão desejada estatueta no lugar de outros filmes mais incensados pela crítica. Mas afinal de contas, o quePartidas tem que o torna tão especial? Trata-se da história de um homem na faixa dos 20 anos, casado, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/0zvE-67leiw&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/0zvE-67leiw&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
A entrega do Oscar de melhor filme estrangeiro neste ano trouxe uma surpresa. O filme japonês <em>Partidas</em>(Departures /Okuribito) levou a tão desejada estatueta no lugar de outros filmes mais incensados pela crítica. Mas afinal de contas, o que<em>Partidas</em> tem que o torna tão especial? Trata-se da história de um homem na faixa dos 20 anos, casado, que toca violoncelo numa orquestra em Tóquio, e esta é dissolvida pelo patrocinador. Ele volta à sua cidade natal com a sua mulher e consegue um emprego no qual ganha muito bem. O que o desagrada é o novo trabalho em si: arrumar defuntos para serem cremados, numa cerimônia em que a família da pessoa morta está presente. À medida em que ele persiste no emprego, começa a perceber a importância do que faz e a dignidade de honrar os mortos em sua despedida.</p>
<p>Um outro filme, este feito para a TV, pela HBO, chamado <em>Correr Riscos</em>(<em>Taking Chance</em>) mostra um coronel que escolta o corpo de um soldado morto na guerra do Iraque para ser entregue a seus pais no interior, e também fala de despedir-se com dignidade.</p>
<p>A morte faz parte da vida, mas muitas vezes a negamos, talvez pelo medo, talvez por estarmos ocupados demais tentando sobreviver. Quando entendemos a morte como a outra face da vida, esta toma um novo sentido. Podemos efetivamente viver &#8211; e não somente sobreviver. Geralmente a morte, principalmente de pessoas queridas, nos sacode de nossa zona de conforto, de uma forma mais ou menos intensa, provocando questionamentos sobre a vida, principalmente sobre aquelas questões que adiamos a resolução. A morte nos lembra que tudo passa, que nada é para sempre, e dá uma noção real de que o tempo anda, e não espera.</p>
<p>É preciso saber dizer adeus a quem nos deixa, mesmo sabendo que o que está presente naquele instante é um corpo sem vida. Isso realça a dignidade da vida, não só daquele que morreu, mas de quem ainda vive.</p>
<p>Dizer que a morte faz parte da vida nos faz pensar só no final, mas é muito mais presente do que isso: a cada situação em que precisamos terminar algo para começar uma nova etapa da vida, a morte está ali. Na Índia, a religião hindu tem uma trindade de deuses, formada por Brahma, Shiva e Vishnu. Brahma é o criador de tudo, Shiva é o destruidor e Vishnu o preservador. Parece meio sinistro um deus que destrói, mas é através da destruição do que está gasto que há renovação, que é possível nascer o novo. Não à toa, Shiva é o deus mais adorado na Índia, tendo muito mais templos onde é cultuado, do que os outros deuses da trindade hindu.</p>
<p>Pode parecer absurdo o que eu vou dizer, mas integre a morte em sua vida para que você possa viver mais plenamente. Busque soluções para aqueles problemas que vem adiando, como se o tempo não passasse. Perceba o que já terminou em sua vida, e você não reconhece. Muitas vezes nos apegamos a situações que já não fazem mais sentido, somente pela rotina. Podem ser situações de trabalho, de relacionamento, de hábitos. Viver tendo presente a perspectiva de que morreremos não deveria trazer medo, mas acentuar a responsabilidade que temos de fazer com que a nossa vida tenha o rumo que planejamos para ela. Assim, podemos ser dignos de um dia morrer conscientes de que buscamos (mas nem sempre conseguimos) realizar aquilo que é necessário da melhor forma possível.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.terapiabiografica.com.br/2010/07/07/praticando-o-desapego/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Ninho Vazio: Como vivenciar?</title>
		<link>http://www.terapiabiografica.com.br/2010/06/30/o-ninho-vazio-como-vivenciar/</link>
		<comments>http://www.terapiabiografica.com.br/2010/06/30/o-ninho-vazio-como-vivenciar/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 12:43:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.terapiabiografica.com.br/?p=97</guid>
		<description><![CDATA[Em fevereiro passado, o público brasileiro de cinema foi brindado com mais um delicado filme argentino, chamado &#8220;O Ninho Vazio&#8221;. O longa mostra um casal vivendo essa crise de mesmo nome, uma situação muito comum na vida e pouco valorizada. Esta síndrome (síndrome é o título usado pela medicina e psicologia para algo que não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.terapiabiografica.com.br/wp-content/uploads/2010/06/ninho.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-98" title="ninho" src="http://www.terapiabiografica.com.br/wp-content/uploads/2010/06/ninho-300x232.jpg" alt="" width="300" height="232" /></a></p>
<p>Em fevereiro passado, o público brasileiro de cinema foi brindado com mais um delicado filme argentino, chamado &#8220;O Ninho Vazio&#8221;. O longa mostra um casal vivendo essa crise de mesmo nome, uma situação muito comum na vida e pouco valorizada. Esta síndrome (síndrome é o título usado pela medicina e psicologia para algo que não pode ser bem classificado como uma doença, mas que apresenta certa regularidade de sintomas) geralmente começa depois dos 42 anos, numa fase em que os filhos deixam a casa dos pais para construir suas próprias vidas. Toda a rotina dos pais, que até então girava muito em torno dos filhos, precisa ser modificada. A mulher e o homem percebem que há mais espaço, mais tempo para si e para o casal, e começam a aparecer os problemas.</p>
<p>Se antes um fim de semana com os filhos viajando seria comemorado com um &#8220;enfim sós&#8221; e champanhe, agora esse &#8220;enfim sós&#8221; tem gosto de solidão a dois. Pode haver tristeza profunda, um sentimento de inutilidade que atinge ambos, mas geralmente mais a mulher, que costuma estar nesta fase vivendo as mudanças, nem sempre agradáveis, que a menopausa traz. E a solidão se torna um sentimento muito forte!</p>
<p>Para a mulher, o Ninho Vazio costuma ser sentido com mais dor, porque culturalmente muitas mulheres colocam como meta central da sua vida a maternidade. Para muitas, deixar de cuidar dos filhos para apenas partilhar sentimentos com eles é fazer pouco, é não ser mãe. Isto vale mesmo para mulheres que trabalham fora, que têm sucesso em suas carreiras, porém sentem-se como se um pedaço fosse tirado delas. Hoje este Ninho Vazio pode ser sentido também diante da separação de um casal, em que os filhos ficam sob a guarda do pai ou da mãe e aquele que fica só com as visitas sente muito essa ausência em sua rotina. Mais aguda é essa dor quando os filhos ficam com o pai e a mãe passa por todos os sentimentos de inadequação e abandono &#8211; neste caso somados ao de fracasso, que não se justifica na maioria das vezes.</p>
<p>O relacionamento do casal no filme, assim como na vida real, sofre abalos sísmicos nessa fase. O vazio deixado pela saída dos filhos traz à tona comportamentos e imagens que um tem do outro que permaneciam meio obscurecidos no dia-a-dia tumultuado que havia antes. Neste momento a Terapia Biográfica pode ajudar muito, tanto a pessoa que sofre por estar vivendo estas mudanças quanto o casal que sofre por não se reconhecer mais como uma família e não perceber a mudança que se faz necessária. Através de conversas e de trabalhos artísticos, comumente usados na Terapia Biográfica, é possível que cada um entenda melhor seus objetivos de vida e busque realizá-los, trazendo o sentimento de realização, de satisfação interior, de felicidade, enfim. É importante sempre ter em mente que ser pai ou mãe é uma missão importante na vida de uma pessoa, mas não é tudo!</p>
<p>A vida passa por várias fases e muitas vezes não percebemos que as circunstâncias são diferentes, e continuamos com comportamentos e expectativas que não cabem mais. Precisamos estar atentos a essas mudanças. Uma dica simples para você perceber as mudanças é fazer um pequeno diário. Quando estiver vivenciando o Ninho Vazio, escreva à noite uma espécie de retrospectiva do dia, relatando o que foi aprendido naquele dia e o que muda na sua vida através deste aprendizado. É como acompanhar o crescimento de um filho marcando na parede sua altura. Se você só olha para a criança, não se dá conta da mudança constante em seu tamanho, mas marcando regularmente cria atenção. Assim também esse ´caderno de aprendizagem´ permite ver as mudanças em sua vida de uma forma mais próxima. E as mudanças virão mesmo, mas que estejamos prontos para elas e saibamos reconhecê-las e transformar nossas vidas de acordo com nossas aspirações mais íntimas.</p>
<p>Nunca se esqueça que ser mãe ou ser pai faz parte de sua vida, mas não pode abarcar toda a sua vida. O que lhe interessa? Você tem algum hobby ou gostaria de ter um e ainda não teve tempo? Você tem algum sonho que vem adiando, esperando o momento de ter mais folga? Você pensa em dar um novo rumo à sua carreira? Qual é o rumo que você pretende dar ao seu casamento?</p>
<p>A angústia de ver os filhos saindo do ninho pode muito bem ser compensada observando o voo deles por novas paisagens, novos relacionamentos, novos desafios profissionais. Reconhecer que os filhos são adultos e que precisam voar com as próprias asas, isto é que vai fazer diferença no seu sentimento: perceber que você não perdeu os filhos e estar aberta para ajudá-los se precisarem.</p>
<p>Este é o momento de direcionar seus talentos e sua energia para algo novo, afinal o Ninho Vazio é o prenúncio de um novo nascimento.</p>
<p>Filme O Ninho Vazio (El Nido Vacío, 2008), de Daniel Burman &#8211; 98 minutos -<a href="http://www.elnidovacio.com/" target="_blank">http://www.elnidovacio.com</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.terapiabiografica.com.br/2010/06/30/o-ninho-vazio-como-vivenciar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Reviver ou resgatar ou passado?</title>
		<link>http://www.terapiabiografica.com.br/2010/06/24/reviver-ou-resgatar-ou-passado/</link>
		<comments>http://www.terapiabiografica.com.br/2010/06/24/reviver-ou-resgatar-ou-passado/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 12:35:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[antroposofia]]></category>
		<category><![CDATA[auto-desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.terapiabiografica.com.br/?p=94</guid>
		<description><![CDATA[Recentemente, recebi um e-mail com críticas ao trabalho da Terapia Biográfica, alegando que seria uma forma de reviver o passado e não viver o presente, citando vários filósofos e gurus. Respondi que a Terapia Biográfica tem o objetivo de encontrar sentido através da observação de fatos da própria vida, que são revistos de maneira objetiva, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.terapiabiografica.com.br/wp-content/uploads/2010/06/past-present-future.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-95" title="past-present-future" src="http://www.terapiabiografica.com.br/wp-content/uploads/2010/06/past-present-future-300x281.jpg" alt="" width="300" height="281" /></a></p>
<p>Recentemente, recebi um e-mail com críticas ao trabalho da Terapia Biográfica, alegando que seria uma forma de reviver o passado e não viver o presente, citando vários filósofos e gurus. Respondi que a Terapia Biográfica tem o objetivo de encontrar sentido através da observação de fatos da própria vida, que são revistos de maneira objetiva, separando o que são fatos do que são sentimentos. Por isso, a proposta em nenhum momento é &#8220;reviver&#8221; o passado, mas resgatá-lo, para compreender o presente e mudar o futuro.</p>
<p>Existem várias formas de iniciação, baseadas em ensinamentos de diversos mestres e tradições, mas nenhuma tão sensível a realizar mudanças em nossas vidas quanto à compreensão da própria biografia. Este é o significado de &#8220;resgatar o passado&#8221;, obter o entendimento da história que vivemos até agora, para perceber que o nosso comportamento hoje é determinado em grande parte por esta história, que não pode ser mudada, mas compreendida. Neste ponto, o momento presente deixará de ser governado por padrões de comportamento nem sempre agradáveis.</p>
<p>Viver o presente muitas vezes pode significar repetir padrões criados no passado. Esses padrões são inconscientes e geralmente nos damos conta deles justamente quando olhamos para trás. Vemos várias situações que, no momento em que aconteceram, pareciam tão originais, revelarem-se as mesmas, mas com personagens diferentes. Resgatar o passado é justamente tirar a sua vida de lá e trazê-la para o presente, deixando de ser refém do que passou, repetindo padrões que já não cabem mais.</p>
<p>Viver o momento atual não pode significar jogar o passado para baixo do tapete, como se não houvesse existido. Porque muito do que vivemos hoje foi construído por ações e omissões nossas no passado. E o futuro poderá ser moldado com metas seguras, afinal estaremos navegando em mares agora conhecidos, apesar das novidades que sempre surgirão em nossas vidas. Quando resgatamos o passado, percebemos esses padrões e podemos conscientemente transformar nossas vidas de forma que atuemos a partir do que o momento presente nos pede e não a partir da repetição de padrões.</p>
<p>A Terapia Biográfica enfatiza a responsabilidade pessoal pela própria vida. Longe da ideia do &#8220;homem que se faz sozinho&#8221;, mostra que é preciso também reconhecer as ajudas que recebemos (mesmo quando elas vieram disfarçadas de obstáculos no caminho). Devemos ter consciência do que conquistamos por nossas iniciativas. Na minha situação, por exemplo: há 20 anos eu sou médico e tive que renunciar a muita coisa para conseguir isto. Também tive ajuda de meus pais, de professores, de colegas, para chegar aqui &#8211; e tive que enfrentar obstáculos também. O sentido que esta ajuda e que meu esforço para atingir este objetivo revelam pode me ajudar a estabelecer metas para as conquistas que ainda almejo, e trabalhar hoje em cima delas. A mesma responsabilidade pessoal deve ser buscada nos fatos desagradáveis da vida: o que eu faço para que eles aconteçam? Desta maneira, a sua própria história torna-se o seu grande mestre. E assim você pode viver o agora plenamente!</p>
<p><a href="http://marceloguerra.com.br/" target="_blank">Marcelo Guerra</a></p>
<p>Artigo originalmente publicado na <a href="http://www.personare.com.br/revista/identidade/materia/574/alice-e-a-crise-de-identidade" target="_blank">Revista Personare</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.terapiabiografica.com.br/2010/06/24/reviver-ou-resgatar-ou-passado/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Alice e a Crise de Identidade</title>
		<link>http://www.terapiabiografica.com.br/2010/06/17/alice-e-a-crise-de-identidade/</link>
		<comments>http://www.terapiabiografica.com.br/2010/06/17/alice-e-a-crise-de-identidade/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 14:32:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[antroposofia]]></category>
		<category><![CDATA[auto-desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.terapiabiografica.com.br/?p=130</guid>
		<description><![CDATA[O filme Alice no País das Maravilhas, na versão de Tim Burton, além de sua excepcional beleza (que graças ao efeito 3D nos toca quase que literalmente), nos proporciona uma importante reflexão sobre a Crise de Identidade. Arquetipicamente esbarramos com ela na passagem da adolescência para a vida adulta. Enquanto em algumas sociedades tribais os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.terapiabiografica.com.br/wp-content/uploads/2010/06/alice-no-pais-das-maravilhas071.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-131" title="alice-no-pais-das-maravilhas071" src="http://www.terapiabiografica.com.br/wp-content/uploads/2010/06/alice-no-pais-das-maravilhas071-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>O filme Alice no País das Maravilhas, na versão de Tim Burton, além de sua excepcional beleza (que graças ao efeito 3D nos toca quase que literalmente), nos proporciona uma importante reflexão sobre a Crise de Identidade. Arquetipicamente esbarramos com ela na passagem da adolescência para a vida adulta.</p>
<p>Enquanto em algumas sociedades tribais os jovens precisam passar por lutas ou serem largados numa floresta, em sociedades ocidentais encontramos metáforas dessas lutas e aventuras dentro de florestas desconhecidas. O final de faculdade e a procura por um emprego geralmente se assemelham bastante à sensação de estar perdido no meio de uma floresta. Precisamos demonstrar habilidades que ainda não estamos bem certos de possuirmos. Alice se vê diante de uma escolha &#8220;profissional&#8221; (afinal ser esposa era praticamente uma profissão para as mulheres daquela época), ao ser proposta em casamento por um jovem rico e sem graça. Este é o momento em que ela percebe que sua vida adulta está batendo à sua porta, e sua Crise de Identidade começa.</p>
<h2>ÉPOCA DE DÚVIDAS</h2>
<p>Alice cai num buraco muito fundo, suas certezas da adolescência ficam todas em suspenso, uma sensação de estar no vácuo. Afinal, a adolescência é uma época de dúvidas, mas costumamos mascará-las com ideologias que buscamos desesperadamente. Agora, as ideologias precisam passar por um choque com a realidade. Ser adulto implica em buscar a sua própria verdade e não emprestarmos uma de alguma ideologia, por mais sublime que seja. E a sua verdade pode não ser tão sublime assim, afinal nossa personalidade está povoada por elementos de luz e de sombra.</p>
<p>Alice se vê diante dessa crise e nem sabe se é &#8220;a Alice&#8221;! Põe-se numa jornada de exploração, tí pica do início da vida adulta, em que viajamos muito, conhecemos muitas pessoas diferentes (saindo daquele esquema do ´meu grupo´ tão comum na adolescência), trabalhamos em vários lugares diferentes, ou seja, buscamos conhecer o mundo como ele é. Recebemos ajuda de pessoas mais velhas e experientes, como o Chapeleiro Louco fez com Alice.</p>
<p>Ao fim da exploração, Alice se vê diante do Jaguadarte (uma espécie de dragão) e, principalmente, diante do último fio de convicção ideológica que guarda de sua adolescência:&#8221;Eu não sou capaz de matar&#8221;. Cada vez é mais comum nos agarrarmos aos traços de nossa adolescência, até mesmo pelo excessivo valor que é depositado à imagem da adolescência pelos meios de comunicação. Um exemplo disso é o fato, cada vez mais comum, de ficar morando com os pais por muitos anos depois de adultos. Quando Alice corta a cabeça do monstro, ela diz adeus à adolescência e se posiciona como mulher adulta que sabe que é &#8211; e que pode muito mais do que a imagem de lourinha fragilzinha pode fazer supor. Ela se torna independente, que é aquilo que buscamos através de nosso desenvolvimento desde o momento em que nos colocamos de pé e aprendemos a andar. Assim  começa uma nova jornada!</p>
<p><a href="http://marceloguerra.com.br" target="_blank">Marcelo Guerra</a></p>
<p>Artigo originalmente publicado na <a href="http://www.personare.com.br/revista/identidade/materia/574/alice-e-a-crise-de-identidade" target="_blank">Revista Personare</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.terapiabiografica.com.br/2010/06/17/alice-e-a-crise-de-identidade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O que você quer para a sua vida?</title>
		<link>http://www.terapiabiografica.com.br/2010/06/17/o-que-voce-quer-para-a-sua-vida/</link>
		<comments>http://www.terapiabiografica.com.br/2010/06/17/o-que-voce-quer-para-a-sua-vida/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 12:34:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[antroposofia]]></category>
		<category><![CDATA[auto-desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.terapiabiografica.com.br/?p=91</guid>
		<description><![CDATA[Você já reparou que suas decisões nos assuntos que mais afetam a sua vida não levam em conta apenas as circunstâncias externas, mas principalmente seus ideais, suas aspirações, seus desejos? Nosso mundo interno cada vez fala mais alto e exige mais respostas. Perguntas como “Quem eu sou?”, “O que estou fazendo aqui?” ou “O que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.terapiabiografica.com.br/wp-content/uploads/2010/06/3_Escher_Schmetterlinge.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-92" title="3_Escher_Schmetterlinge" src="http://www.terapiabiografica.com.br/wp-content/uploads/2010/06/3_Escher_Schmetterlinge-276x300.jpg" alt="" width="276" height="300" /></a></p>
<p>Você já reparou que suas decisões nos assuntos que mais afetam a sua vida não levam em conta apenas as circunstâncias externas, mas principalmente seus ideais, suas aspirações, seus desejos? Nosso mundo interno cada vez fala mais alto e exige mais respostas. Perguntas como “Quem eu sou?”, “O que estou fazendo aqui?” ou “O que eu quero para a minha vida?” aparecem e reaparecem em determinados momentos de nossas trajetórias..</p>
<p>A construção de uma carreira bem sucedida, por exemplo, leva em conta muito mais fatores do que o salário do fim do mês. Considera o grau de identificação com os colegas, além da satisfação que o trabalho pode oferecer. Estes são fatores que extrapolam a simples lógica do mundo material, é o nosso mundo interior se manifestando, querendo ser ouvido.</p>
<p>É aí que reside a importância da Terapia Biográfica. Porque não há melhor material para entendermos o que queremos das nossas vidas do que a história de nossas próprias vidas. Muitas vezes buscamos respostas em um livro, num guru, numa corrente filosófica. Contudo, as respostas reais brotam dos fatos da vida que levamos até aqui, como reagimos a eles, como os sentimos, como os transformamos em padrões e porque ficamos presos a esses padrões. Através destas respostas podemos agir criando metas para o futuro, mudando a vida de acordo com o sentido que lhe atribuímos.</p>
<p>A Terapia Biográfica é aplicada de diversas formas, em diferentes situações. Os encontros biográficos, que duram quatro dias, são oportunidades de rever toda a história de forma panorâmica, como se você estivesse olhando do alto de uma montanha para a sua vida. Dessa experiência pode-se separar o que é essencial do que é acessório. Esta visão panorâmica é apoiada por atividades artísticas, como a aquarela, em que muito se diz sem palavras. O momento final é dedicado a estabelecer o seu próprio programa de metas de mudanças que você deseja para sua vida, baseado exclusivamente no que você viu nesse panorama. É uma oportunidade de dirigir nosso olhar para a nossa própria história por quatro dias inteiros. Pessoas que participam dos panoramas biográficos saem muito motivadas e obtêm uma clareza bem maior do que é preciso mudar, pois enxergam o que é essencial nas suas vidas.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.terapiabiografica.com.br/2010/06/17/o-que-voce-quer-para-a-sua-vida/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Danças circulares na noite paulistana</title>
		<link>http://www.terapiabiografica.com.br/2010/05/26/dancas-circulares-na-noite-paulistana/</link>
		<comments>http://www.terapiabiografica.com.br/2010/05/26/dancas-circulares-na-noite-paulistana/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 May 2010 13:51:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[dança circular]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.terapiabiografica.com.br/?p=87</guid>
		<description><![CDATA[IARA BIDERMAN COLABORAÇÃO PARA A FOLHA Dança de roda, todo mundo sabe, é aquela brincadeira de criança ou manifestação folclórica presente em qualquer canto do planeta. Quando recebe o nome de dança circular, acrescida ou não do adjetivo &#8220;sagrada&#8221;, ganha ares de coisa alternativa, restrita a iniciados e à turma que tem um pé na lama [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>IARA BIDERMAN</strong><br />
COLABORAÇÃO PARA A <strong>FOLHA</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.terapiabiografica.com.br/wp-content/uploads/2010/05/10145282.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-88" title="10145282" src="http://www.terapiabiografica.com.br/wp-content/uploads/2010/05/10145282-300x221.jpg" alt="" width="300" height="221" /></a><br />
</strong></p>
<p>Dança de roda, todo mundo sabe, é aquela brincadeira de criança ou manifestação folclórica presente em qualquer canto do planeta.</p>
<p>Quando recebe o nome de dança circular, acrescida ou não do adjetivo &#8220;sagrada&#8221;, ganha ares de coisa alternativa, restrita a iniciados e à turma que tem um pé na lama de Woodstock (e idade para ter visto isso).</p>
<p>Só que a ciranda já botou seu pezinho no mundo dos modernos do século 21. Em algumas baladas, gente de 20 a 30 anos está dando as mãos para dançar em rodas ou espirais com a base coreográfica e musical de danças circulares tradicionais.</p>
<p>A tradição, nesse caso, é a dos países balcânicos (no Leste Europeu). A balada é a festa Go East, criada no Rio de Janeiro, onde acontece todo mês, e replicada em São Paulo, onde ocorre com menos regularidade, mas com a mesma animação.</p>
<p>Ao som de ritmos típicos de povos eslavos e ciganos, mixados com música eletrônica como drum&#8221;n&#8217;bass e dub ou até mesmo rock, o povo da noite também resolveu cair na dança circular.</p>
<p>&#8220;Nas festas, sempre tem o momento roda. Até quem não sabe do que se trata entra&#8221;, diz Maria Tereza de Almeida, 25, DJ e produtora dessas baladas.</p>
<p>&#8220;É sempre o ápice da festa. Em balada tem muito a atitude &#8220;você com você&#8221;, cada um dançando sozinho. Na roda, a vibração é outra, é a de compartilhar&#8221;, defende Maria Tereza.</p>
<p>Um dos benefícios mais citados da dança circular é o aspecto inclusivo e coletivo, capaz de criar vínculos e relações de solidariedade entre os praticantes.</p>
<p>Não é pouco, em uma época em que a competitividade (e o estresse que ela gera) tomou conta até das atividades voltadas ao bem-estar.</p>
<p><strong>FLUXO DE MOVIMENTO</strong></p>
<p>Dançar em círculo leva a um ritmo diferente daqueles criados por comportamentos ansiosos, na visão do psiquiatra Paulo Toledo Machado Filho, que é coordenador do curso &#8220;Jung e Corpo&#8221;, do Instituto Sedes Sapientae, em São Paulo.</p>
<p>&#8220;A dança circular relaxa, alterando os neurocircuitos do estresse&#8221;, diz ele.</p>
<p>Por essência, a roda não cria nada competitivo, já que não há quem fique na frente ou atrás. Como o importante é manter o ritmo e a forma circular, quem erra o passo é imediatamente ajudado pelo colega, para que o fluxo do movimento seja mantido.</p>
<p>Pode ser, em outras palavras, o que chamam de &#8220;fluxo de energia&#8221; gerado por essa prática.</p>
<p>Além disso, é uma atividade artística, que não requer prática nem habilidade para ser realizada.</p>
<p>O que não quer dizer que seja pouco refinada em termos de movimentos ou uma prática isenta de desafios.</p>
<p>A fisioterapeuta e professora de danças Betty Gervitz, que dá aulas de danças étnicas em São Paulo, afirma que o trabalho neuromotor da dança circular é bastante requintado.</p>
<p>A roda desenvolve a bilateralidade (controle motor dos lados esquerdo e direito do corpo) e exige que o cérebro processe a informação sobre o movimento de forma diferente da que está habituado.</p>
<p>&#8220;Normalmente, quando aprendemos um passo ou uma coreografia, imitamos quem está à nossa frente, como um espelho. Em uma roda, você tem que fazer o movimento contrário do feito por quem está na sua frente&#8221;, explica Gervitz.</p>
<p>Ao mesmo tempo, é preciso regular o passo, respeitar o espaço do outro e seguir ritmos pouco óbvios -as músicas não são exóticas apenas por virem de culturas diferentes, mas também porque têm padrões rítmicos com contagens de tempo diferentes das usuais.</p>
<p>A mágica é que tudo isso pode ser complexo, mas basta entrar na roda para tudo acontecer naturalmente. &#8220;A roda é um facilitador, ela te leva; como os passos se repetem, o corpo vai assimilando essas novas informações gradualmente&#8221;, diz Gervitz.</p>
<p>O fator prazer também ajuda. A alegria da música, a animação do grupo e o fato de não ser preciso sofrer para atingir um determinado objetivo colaboram para aumentar a produção de neuro-hormônios ligados à sensação de bem-estar, como por exemplo as endorfinas.</p>
<p>E claro, também há um considerável trabalho aeróbico que, além de estimular as endorfinas, aumenta a capacidade cardiorrespiratória, queima calorias e ajuda no controle da pressão arterial, entre outras coisas.</p>
<p><strong>MODELO DE ORDEM</strong></p>
<p>Aos efeitos físicos, somam-se os benefícios extracorporais das danças circulares. &#8220;O círculo é o modelo organizador para a psique e realizá-lo fisicamente ajuda a pessoa a se organizar internamente&#8221;, afirma o psiquiatra Paulo Machado Filho.</p>
<p>A psicóloga Glaucia Rodrigues, coordenadora do Centro de Estudos Universais, que promove cursos de danças circulares, diz que a roda ou qualquer movimento circular, como girar sobre o eixo do próprio corpo, ajuda a pessoa a se autocentrar e a se equilibrar.</p>
<p>&#8220;Na roda, a pessoa precisa estar presente, inteira naquela situação. Ela precisa estar o tempo todo conectada com o espaço e com o seu corpo&#8221;, diz a bailarina Rosane Almeida, que ensina danças brasileiras no Instituto Brincante, em São Paulo.</p>
<p>Essa conexão é entendida por muitos como uma forma de meditação ativa. Para várias culturas, é uma oração em movimento -daí a concepção de dança sagrada.</p>
<p>Danças circulares vinculadas a rituais religiosos estão presentes em diversas tradições. Aparecem no candomblé, em cerimônias indígenas ou no giro dos sufis, que são os místicos do islã.</p>
<p>Nessas situações, os praticantes costumam passar por algum tipo de iniciação, que os integra ao sistema de crenças em questão e os prepara para lidar com pequenas alterações de consciência, segundo Paulo Machado Filho. &#8220;Na relação com o ritmo e com o movimento, o praticante tem uma percepção diferente da realidade. Em termos psicológicos, deixa de tomar o próprio &#8220;eu&#8221; como referência, consegue ver as coisas em uma esfera maior&#8221;, diz o psiquiatra.</p>
<p>O bailarino egípcio Mohamed El Sayed, que no mês passado deu um workshop de giro sufi em São Paulo, acredita que a dança sagrada &#8220;supera a materialidade&#8221;, usando o corpo como uma conexão entre o céu e a terra.</p>
<p>Simbolicamente, as danças circulares reproduzem o movimento dos astros celestes, como o de rotação (sobre o próprio eixo) e de translação (ao redor de um centro). Algumas correntes restringem essa prática aos iniciados. &#8220;As alterações de consciência causadas pela dança podem levar a estados descritos como êxtase, e nem todo mundo sabe lidar com esses efeitos. Por isso a exigência de uma preparação&#8221;, pondera Machado Filho.</p>
<p>Para Sayed, porém, a essência da dança e a funcionalidade dos movimentos circulares permitem que o giro seja feito de forma mais solta e por qualquer pessoa. Basta estar disposto a se deixar levar, ser levado pela música e pelo grupo, se concentrar no aqui e agora. E girar.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/740581-dancas-circulares-rompem-circuito-alternativo-e-viram-moda-ate-na-noite.shtml" target="_blank">Folha de São Paulo</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.terapiabiografica.com.br/2010/05/26/dancas-circulares-na-noite-paulistana/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Páscoa</title>
		<link>http://www.terapiabiografica.com.br/2010/04/01/pascoa/</link>
		<comments>http://www.terapiabiografica.com.br/2010/04/01/pascoa/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Apr 2010 13:46:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[antroposofia]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[auto-desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[biográfico]]></category>
		<category><![CDATA[páscoa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.terapiabiografica.com.br/?p=83</guid>
		<description><![CDATA[POEMA SOBRE A PÁSCOA Novalis (Friedrich von Hardenberg) 1772-1801 Eu digo que ele vive, a toda gente, e que ressuscitou, e que junto de nós e para sempre pairando ele ficou. Eu digo, e todos vão também dizer, aos companheiros seus, que em breve em toda parte vai nascer novo reino dos céus. Perante um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>POEMA SOBRE A PÁSCOA</p>
<p><a href="http://www.terapiabiografica.com.br/wp-content/uploads/2010/04/The_Three_Crosses_WGA.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-85" title="The_Three_Crosses_WGA" src="http://www.terapiabiografica.com.br/wp-content/uploads/2010/04/The_Three_Crosses_WGA-300x259.jpg" alt="" width="300" height="259" /></a></p>
<p>Novalis (Friedrich von Hardenberg) 1772-1801</p>
<p>Eu digo que ele vive, a toda gente,</p>
<p>e que ressuscitou,</p>
<p>e que junto de nós e para sempre</p>
<p>pairando ele ficou.</p>
<p>Eu digo, e todos vão também dizer,</p>
<p>aos companheiros seus,</p>
<p>que em breve em toda parte vai nascer</p>
<p>novo reino dos céus.</p>
<p>Perante um novo modo de sentir,</p>
<p>o mundo reaparece;</p>
<p>e a vida nova em nós a ressurgir</p>
<p>da mão dele é que desce.</p>
<p>Vejo o terror da morte mergulhar</p>
<p>no fundo mar escuro,</p>
<p>e toda gente agora a contemplar</p>
<p>com calma seu futuro.</p>
<p>A vereda sombria que ele abriu</p>
<p>para o céu é que vai,</p>
<p>e quem os seus conselhos já ouviu</p>
<p>chega à casa do Pai.</p>
<p>Agora, ao ver morrer alguém querido,</p>
<p>sofremos sem temor.</p>
<p>Saber que o reencontro é concedido</p>
<p>suaviza essa dor.</p>
<p>Com muito mais fervor vamos agir</p>
<p>nos feitos mais singelos,</p>
<p>pois essa sementeira vai florir</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.terapiabiografica.com.br/2010/04/01/pascoa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
