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	<title>Terapia Biográfica</title>
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	<description>Psicoterapia Ampliada pela Antroposofia</description>
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		<title>Como anda sua auto-confiança?</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Aug 2010 14:03:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;A confiança é um ato de fé, e esta dispensa raciocínio.&#8221; &#8211; Carlos Drummond de Andrade A confiança é um sentimento básico do ser humano, é o cimento que constrói os relacionamentos, sejam amorosos, familiares, profissionais ou de amizade. Sem a confiança, um relacionamento pode até existir, mas de forma superficial e com cobranças e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.terapiabiografica.com.br/wp-content/uploads/2010/06/self-confidence.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-124" title="self-confidence" src="http://www.terapiabiografica.com.br/wp-content/uploads/2010/06/self-confidence-199x300.jpg" alt="" width="199" height="300" /></a></p>
<p>&#8220;A confiança é um ato de fé, e esta dispensa raciocínio.&#8221; &#8211; Carlos Drummond de Andrade</p>
<p>A confiança é um sentimento básico do ser humano, é o cimento que constrói os relacionamentos, sejam amorosos, familiares, profissionais ou de amizade. Sem a confiança, um relacionamento pode até existir, mas de forma superficial e com cobranças e ressentimentos. Seu oposto, a desconfiança, é um entrave real a qualquer tipo de relacionamento e nos isola. Se nos relacionamentos a confiança no outro é imperativa, em todas as situações da vida (mesmo nos relacionamentos), a confiança em si mesmo é condição necessária para a ação.</p>
<p>Nós, seres humanos, temos a capacidade de pensar, de sentir e de agir. Para agir, precisamos ter desenvolvido a confiança em nós mesmos, e na ajuda do outro que podemos precisar se cairmos. A confiança se desenvolve no primeiro setênio, entre o nascimento e os 7 anos, a fase em que somos mais dependentes do cuidado dos outros, sejam pai, mãe, avós, babá, irmãos mais velhos. É esta dependência, este estar aberto a ser cuidado, que permitirá o desenvolvimento da confiança no outro que levaremos para a vida.</p>
<p><strong>CULTIVANDO CONFIANÇA</strong></p>
<p>Se recebemos cuidados atenciosos, calor, proteção, a confiança no outro florescerá com força. E esta confiança assim cultivada permitirá discriminar quando a ação do outro é sincera ou não, quando podemos depositar nossa confiança em alguém ou não. Se, contudo, fomos deixados de lado por quem deveria ter cuidado de nós, ou se fomos cuidados de forma mecânica, sem o carinho e o calor que o cuidar de uma criança pequena exige, essa confiança fenecerá, morrerá antes mesmo de crescer, se atrofiará.</p>
<p>Assim também se dá com a autoconfiança. Desde o nascimento, vamos criando as possibilidades físicas para subverter a lei da gravidade e ficarmos eretos, de pé, e andar com nossas próprias pernas. Logo cedo firmamos o pescoço e podemos girar a cabeça para um lado e para o outro, depois firmamos os braços e o tronco, o que amplia essa elevação de nosso campo de visão, além de permitir que o neném se arraste pelo chão. Essa força alcança as pernas e cintura, assim logo estamos engatinhando, ágil e rapidamente, conquistando o mundo ao nosso redor. Esta força nos leva a segurar nos objetos que encontramos e a nos levantarmos, conquistando a posição vertical, para logo depois começarmos a andar. É claro que este processo envolve muitas tentativas e erros- e o erro é cair no chão.</p>
<h2>CAINDO PARA DEPOIS LEVANTAR</h2>
<p>O que acontece se os pais não permitem que a criança brinque no chão, por medo de germes? Ou quando o neném é &#8220;presenteado&#8221; com um andador? Ou quando a criança fica sob o olhar obsessivo dos pais para nunca cair? No desenvolvimento de nossas biografias, esta possibilidade de cair e levantar e a confiança de que alguém pode ajudá-lo se você cair, reaparece em outro contexto logo que nos tornamos adultos, por volta de 21 anos. Entramos numa fase de muitas experimentações, mergulhamos de cabeça no mercado de trabalho (muitos até antes disso) e quebramos a cara muitas vezes, caímos e levantamos, às vezes sozinhos, às vezes pedindo ajuda. E é através dessas experimentações que aprendemos habilidades novas, desenvolvemos nossos potenciais criativos que nos acompanharão pelo resto da vida.</p>
<p>Mas se, quando bebê, você não pôde cair e levantar, se você ficava no berço ou no cercadinho, para não ter contato com germes ou não se machucar se caísse, você provavelmente não terá desenvolvido a confiança em sua capacidade de errar e depois acertar, de cair e levantar. Se você ficou num andador, correndo pela casa sem precisar fazer esforço, de forma totalmente artificial, como será quando você encontrar obstáculos na sua vida adulta que requerem persistência e determinação, aquela força de vontade que você deveria ter cultivado fazendo força enquanto segurava no sofá para levantar-se quando era um neném? E se, a menor ameça de que você vai cair enquanto aprende a andar, aparece uma mão adulta e forte, que impede que você conheça a dureza do chão, como você reagirá ao ser demitido do primeiro emprego ou ao tomar um fora daquele namorado que você pensou que fosse o homem da sua vida? O sentimento de dureza do chão certamente será muito amplificado para quem nunca pôde experimentá-lo.</p>
<p>Nossas experiências na primeira infância permitirão nosso desenvolvimento nos primeiros momentos de nossa vida adulta. Isto não é algo imutável, contudo. Com força de vontade podemos mudar esta determinação e transformar nossas vidas. Assim, se você percebe que lhe falta autoconfiança, procure saber como foi seu processo de começar a andar. Crie para si mesmo, a partir desta compreensão, as condições para desenvolver a autoconfiança. Se cada vez que quebra a cara você pensa em desistir, tenha a disciplina de persistir e tentar mais uma vez (só precisa ter cuidado para ver se isso não é um padrão de comportamento), caia e levante-se. Se precisar de ajuda, busque uma terapia ou um grupo de ajuda mútua.</p>
<p>Aprenda a confiar em si e nos outros, e perceba como suas ações e seus relacionamentos mudarão.</p>

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		<title>O lado feminino presente no homem</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Aug 2010 13:49:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[antroposofia]]></category>
		<category><![CDATA[auto-desenvolvimento]]></category>
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		<description><![CDATA[Tanto os homens quanto as mulheres compartilham características que podem ser consideradas masculinas e femininas. Isso ocorre biologicamente e também animicamente (Animismo é a teoria que considera a alma simultaneamente princípio de vida orgânica e psíquica). Biologicamente, os hormônios sexuais, estrogênio e testosterona, estão presentes em ambos os sexos, mas em proporções diferentes. O estrogênio é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.terapiabiografica.com.br/wp-content/uploads/2010/06/amcl_rs03.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-121" title="amcl_rs03" src="http://www.terapiabiografica.com.br/wp-content/uploads/2010/06/amcl_rs03.jpg" alt="" width="180" height="233" /></a></p>
<p>Tanto os homens quanto as mulheres compartilham características que podem ser consideradas masculinas e femininas. Isso ocorre biologicamente e também animicamente (Animismo é a teoria que considera a alma simultaneamente princípio de vida orgânica e psíquica). Biologicamente, os hormônios sexuais, estrogênio e testosterona, estão presentes em ambos os sexos, mas em proporções diferentes. O estrogênio é mais preponderante na mulher e a testosterona, no homem.</p>
<p>Animicamente, há dois arquétipos relacionados ao gênero, chamados Anima e Animus. O Animus é o arquétipo masculino presente na mulher e o Anima, o arquétipo feminino presente no homem. É sobre este último que este texto trata.</p>
<p>A Anima é um arquétipo que carrega as qualidades de contração, introspecção, acolhimento, o nutrir o outro, maternidade, o cuidar do outro. São qualidades tradicionalmente associadas ao feminino, e que o homem carrega em sua vida psíquica e pode, ou não, desenvolver ao longo da sua biografia.</p>
<h2>CULTIVANDO E DESENVOLVENDO</h2>
<p>Quando somos crianças e adolescentes, recebemos de fora nossa educação, seja pela família, pela escola, pelos grupos que frequentamos, pelas ideologias a que aderimos. Quando nos tornamos adultos, a nossa educação fica em nossas mãos, torna-se auto-educação, e todo nosso desenvolvimento a partir de então está sob nossa responsabilidade.</p>
<p>O cultivo e desenvolvimento da Anima pelo homem depende, então, de sua própria vontade. Nos primeiros anos da vida adulta, o homem se vê diante de circunstâncias que frequentemente o impelem à competição, e isso mantém a sua Anima meio adormecida, latente. Essa competição aparece na vida profissional, onde é mais evidente, assim como nos relacionamentos, em que a busca por uma parceira pode tomar ares de uma verdadeira caçada.</p>
<p>Já na faixa dos trinta anos, o homem (assim como a mulher) já busca temperar mais a razão (característica arquetipicamente masculina) com a emoção (característica arquetipicamente feminina) e assim há um surto de desenvolvimento de sua Anima, como se fosse a puberdade da Anima. As decisões já levam em conta não só fatores materiais, lógicos, mas também sentimentais. No trabalho, por exemplo, ter um bom salário já não representa o único, nem o mais importante, critério para um homem escolher um emprego. Estar num ambiente de trabalho agradável, junto com pessoas amigáveis, conta muito mais. No relacionamento, o fato de uma mulher ser bonita e gostosa diminui um pouco de importância aos olhos do homem, que passa a valorizar mais os atributos de companheirismo, carinho, atenção.</p>
<h2>SENTIMENTOS FLORESCENDO</h2>
<p>O desenvolvimento da Anima prossegue após esse &#8220;estirão&#8221; e na faixa dos cinquenta anos a Anima amadurece e floresce no homem (sempre lembrando que a opção &#8220;ou não&#8221; também é válida, afinal de contas somos livres para escolher o rumo de nossas vidas). Assim, nos relacionamentos amorosos e familiares, o homem passa a ser mais carinhoso, afetuoso, emotivo, demonstra mais os seus sentimentos. No trabalho, tem um cuidado maior com os colegas, principalmente com os mais jovens, de quem muitas vezes pode se tornar uma espécie de tutor e protetor.</p>
<p>Lembro que meu pai, que era um pai disciplinador, autoritário, nessa época me beijou pela primeira vez, o que me causou surpresa e alegria. O pai autoritário tornou-se um avô que cozinhava para nos receber, que puxava os netos pela casa em cima de um &#8220;tapete voador&#8221;, que aprendeu a dizer &#8220;eu amo você&#8221;, que admitiu que sentia muita saudade do pai que morrera há tantos anos, que chorava ao ser homenageado por estagiários em seu trabalho (ele era enfermeiro).</p>
<p>A Anima é um tesouro na vida anímica do homem, que traz conforto e maciez à própria existência e à daqueles com quem se relaciona. Por isso, homens, vamos cuidar bem de nosso lado feminino e fazer um mundo mais carinhoso.</p>
<p>Dedico este texto à memória de Warner, meu pai.</p>

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		<title>O crescimento pessoal dos 28 anos</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 13:36:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na metodologia do Trabalho Biográfico dividimos a vida em períodos de sete anos, que chamamos Setênios. Esta divisão tem um propósito didático, mas contém em si uma sabedoria, já conhecida dos antigos filósofos gregos, que primeiro propuseram esta divisão. Cada passagem de setênio é marcada por acontecimentos que levam a vida para uma direção diferente. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.terapiabiografica.com.br/wp-content/uploads/2010/06/talento.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-118" title="talento" src="http://www.terapiabiografica.com.br/wp-content/uploads/2010/06/talento-300x271.jpg" alt="" width="300" height="271" /></a></p>
<p>Na metodologia do Trabalho Biográfico dividimos a vida em períodos de sete anos, que chamamos Setênios. Esta divisão tem um propósito didático, mas contém em si uma sabedoria, já conhecida dos antigos filósofos gregos, que primeiro propuseram esta divisão. Cada passagem de setênio é marcada por acontecimentos que levam a vida para uma direção diferente. Às vezes esses acontecimentos são externos, fatos verdadeiramente, mas muitas vezes são internos, mudanças de nossa percepção em relação ao mundo. Sejam internos ou externos, esses acontecimentos provocam crises na nossa existência.</p>
<p>Por volta dos 28 anos, às vezes um pouco antes ou um pouco depois, vivemos a Crise dos Talentos. Até os 21 anos, início da vida adulta, experimentamos o que aprendemos em nossa vida pessoal, amorosa e profissional muitas vezes de forma impulsiva, guiados mais pelos sentimentos e sensações do que pela razão. Chegando aos 28 anos, estamos desenvolvendo mais o pensamento racional, então cada decisão passa a ser muito mais pesada e medida do que apenas sentida. Muitas pessoas dizem que &#8220;agora a juventude acabou&#8221; e buscam situações mais estáveis na vida. Por exemplo, se você mudou muito de emprego, sempre seguindo as propostas e possibilidades de aprender algo novo, agora já buscará estabelecer um momento mais estável na sua carreira, seja através de um emprego ou mesmo por conta própria. Não estou falando de arrependimento em relação às mudanças do início da vida adulta, já que essa multiplicidade de experiências fez com que você desenvolvesse múltiplos talentos.</p>
<h2>PERÍODO DE QUESTIONAMENTOS</h2>
<p>A Crise dos Talentos leva você a pensar: &#8220;saí pelo mundo, pela vida, vivi muitas situações, aprendi muita coisa, desenvolvi muitos talentos mas&#8230; e agora? O que eu faço com meus talentos daqui para frente?</p>
<p>Quais talentos eu quero trabalhar para que se desenvolvam mais e possam tornar-se uma faculdade em minha vida? Quais talentos preciso deixar de lado, totalmente ou pelo menos parcialmente, por não me servirem mais ou não me interessarem mais?&#8221;</p>
<p>Muitas vezes a Crise dos Talentos aparece como um questionamento de suas próprias capacidades. Em minha vida, apareceu entre os 28 e os 29 anos. Eu trabalhava como médico homeopata e pediatra em uma cidade muito pequena, perto de Nova Friburgo, e era o único homeopata do local. Tinha muitos clientes, ganhava bem, tinha um nome respeitado, mesmo sendo tão novo e formado há apenas 5 anos. Já não precisava mais dar plantões, passeava nos finais de semana com a família, viajava frequentemente. Tudo de bom! Aí começou o comichão&#8230; Eu me questionava se era realmente um bom médico homeopata ou se fazia sucesso por ser o único na cidade, tipo ´em terra de cego quem tem um olho é rei´. Resolvi mudar para Friburgo e começar a trabalhar lá, já que é uma cidade muito maior e tem muitos médicos homeopatas (proporcionalmente à população, tem mais homeopatas que a maioria das capitais). Logicamente mantive alguns dias no antigo consultório, não foi um salto sem rede de proteção, mas aos poucos fui aumentando meus horários no consultório de Friburgo e tudo deu certo. Eu tinha talento pra coisa! Daí começou uma nova fase em minha vida, com novas possibilidades (o contato com a Antroposofia começou aí, aos 28 anos, através de uma amiga de Friburgo).</p>
<p><strong>MUDANÇAS NECESSÁRIAS</strong></p>
<p>Esta Crise dos Talentos muitas vezes é deflagrada por alguém, um amigo ou alguém que passa batido pela nossa vida, que fala alguma coisa e cria esse tal comichão. Pode ser também um livro, um filme, mas sempre levando a um profundo questionamento do que fazer com os talentos que conquistamos até então.</p>
<p>Observe na sua história, se você já passou dessa idade, o que pode ter sido essa Crise dos Talentos. E, se você ainda não chegou aos 28 anos, esteja de olhos e ouvidos abertos para os questionamentos que vão surgir nesta fase. Eles vão lhe trazer uma certa angústia, afinal a palavra &#8220;crise&#8221; não é retórica, mas você vai entrar num novo rumo em sua vida, num crescimento pessoal muito recompensador.</p>

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		<title>Vivência de Terapia Biográfica em Juiz de Fora</title>
		<link>http://www.terapiabiografica.com.br/2010/08/09/vivencia-de-terapia-biografica-em-juiz-de-fora/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 17:54:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[antroposofia]]></category>
		<category><![CDATA[auto-desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[terapia biográfica]]></category>

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		<description><![CDATA[A Pesquisa Auto-Biográfica permite olhar para a própria história e expressá-la de diferentes maneiras (falando, escrevendo, pintando, dançando), ver o trajeto que percorremos na vida, como se olhássemos para a própria biografia do alto de uma montanha, o que traz uma visão panorâmica do sentido. E agora, para onde vou? Como corrijo o percurso para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://daoterapias.com.br/wp-content/uploads/2010/05/crianças-brincando-quadro.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-622" title="crianças brincando quadro" src="http://daoterapias.com.br/wp-content/uploads/2010/05/crianças-brincando-quadro.jpg" alt="" width="800" height="642" /></a></p>
<p>A Pesquisa Auto-Biográfica permite olhar para a própria história e expressá-la de diferentes maneiras (falando, escrevendo, pintando, dançando), ver o trajeto que percorremos na vida, como se olhássemos para a própria biografia do alto de uma montanha, o que traz uma visão panorâmica do sentido. E agora, para onde vou? Como corrijo o percurso para reencontrar o sentido da minha história? Quando sigo o fluxo do sentido, encontro paz interior, mesmo que tenha mais trabalho.</p>
<p>A síntese da programação é a seguinte:</p>
<ul>
<li>informação sobre as fases da vida, as leis biográficas;</li>
<li>contato com o próprio corpo: danças circulares;</li>
<li>contato com o inconsciente: atividades artísticas (aquarela e colagem, a princípio), conto de fadas;</li>
<li>reflexão individual: a escrita da vida;</li>
<li>reflexão em grupo: contando a própria história;</li>
<li>eu hoje: identificando a minha pergunta;</li>
<li>pensando o amanhã: projetando metas para a minha vida.</li>
</ul>
<p>Coordenação:</p>
<ul>
<li>Rosângela Cunha</li>
</ul>
<p>Psicóloga, Gestalt-terapeuta e Terapeuta Biográfica</p>
<ul>
<li>Marcelo Guerra</li>
</ul>
<p>Médico Homeopata e Terapeuta Biográfico</p>
<p><strong><span style="color: #800080;">Onde e quando? Novo Local:</span></strong></p>
<p>Em Juiz de Fora, na Pousada Lago das Pedras, de 19 a 22 de agosto de 2010.</p>
<p><span style="color: #800080;"><strong>Quanto?</strong></span></p>
<p>R$1050,00 ou 4XR$262,50</p>
<p>Preço especial para quem se inscrever até 15 de junho de 2010: R$800,00 ou 4X R$200,00</p>
<p>Preço especial para quem se inscrever até 15 de julho de 2010: R$900,00 ou 4X R$225,00</p>
<p>A inscrição é efetivada com o depósito da 1ª parcela.</p>
<div>
<p>Escreva para <a href="mailto:rosangela@terapiabiografica.com.br" target="_blank">rosangela@terapiabiografica.com.br</a> ou <a href="mailto:marceloguerra@terapiabiografica.com.br" target="_blank">marceloguerra@terapiabiografica.com.br</a> para mais informações. Ou ligue para falar com um de nós:</p>
<p><strong>(32)8887-8660, (21)7697-8982</strong></p>
<p><strong>Observação:</strong></p>
<p>Para as pessoas que residem no Rio de Janeiro, este é o de mais fácil acesso, pois há ônibus saindo da Rodoviária Novo Rio para Juiz de Fora pela Viação Útil.</p>
<p>Devido à intensidade do trabalho e da necessidade de supervisão durante todo o período do curso, as VAGAS SÃO LIMITADAS.</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
</div>

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		</item>
		<item>
		<title>Você gosta de comemorar aniversários?</title>
		<link>http://www.terapiabiografica.com.br/2010/07/28/voce-gosta-de-comemorar-aniversarios/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 13:07:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[antroposofia]]></category>
		<category><![CDATA[auto-desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Estas últimas semanas tenho andado bastante ocupado com a preparação de um evento totalmente diferente que vamos realizar em dezembro: um workshop de Natal. Muitas questões têm brotado e gostaria de compartilhar algumas com vocês. A principal delas é a que diz respeito aos aniversários. Algumas pessoas comemoram bastante seus aniversários, às vezes com grandes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.terapiabiografica.com.br/wp-content/uploads/2010/06/birthday-party.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-110" title="birthday-party" src="http://www.terapiabiografica.com.br/wp-content/uploads/2010/06/birthday-party-282x300.jpg" alt="" width="282" height="300" /></a></p>
<p>Estas últimas semanas tenho andado bastante ocupado com a preparação de um evento totalmente diferente que vamos realizar em dezembro: um workshop de Natal. Muitas questões têm brotado e gostaria de compartilhar algumas com vocês. A principal delas é a que diz respeito aos aniversários.</p>
<p>Algumas pessoas comemoram bastante seus aniversários, às vezes com grandes festas. Já outras olham para seus aniversários como marcos de seu (inevitável) envelhecimento, e dizem: &#8220;menos um ano&#8221;.</p>
<p>O meu é uma data que eu sempre aguardo com (alegre) ansiedade. Pensava que era por ganhar presentes quando criança. Hoje vejo que não é bem isso, até porque quanto mais velho vou ficando, menos presentes vou ganhando. E mesmo assim, é um dia muito especial para mim. Coincide com o fato de ser um feriado nacional (Dia de Nossa Senhora Aparecida), e obrigatoriamente sair da rotina (e ninguém poder arranjar desculpa de trabalho ou estudo para não me visitar).</p>
<p>A Astrologia reconhece a importância dos aniversários e atribui características especiais a cada período. Denomina ano pessoal a fase entre um aniversário e outro e estuda as características desses 12 meses na análise chamada Revolução Solar. Já a astrologia chinesa observa semelhanças nas pessoas nascidas num mesmo ano, em signos nomeados por animais. Os celtas também atribuem animais à época do nascimento, mas de acordo com o mês de nascimento.</p>
<p>O fato é que o aniversário é uma época de reflexão interior, de olhar para o ano que passou e para aquilo que queremos implementar no ano que para nós começa.</p>
<p>O trabalho biográfico de base antroposófica divide as idades em setênios, ou seja, períodos de sete anos. Cada setênio apresenta uma ênfase diferente em cada aspecto do nosso desenvolvimento corporal ou emocional(veja box). De 42 a 49 anos, que é o setênio pelo qual estou passando, a palavra-chave é autenticidade. Assim, a busca é do que é verdadeiro em minha vida. A verdade pode libertar, mas também causa muita dor, e muitas pessoas preferem evitar este contato com ela ou, pelo menos, evitá-la.</p>
<p>Aniversário é uma palavra latina que significa &#8220;aquilo que volta todos os anos&#8221;. Anniversarius vem de annus (ano) e vertere (voltar), ou seja, aquilo que se faz ou que volta todos os anos. O costume de acender velas nos bolos começou com os gregos. É como um tributo ao aniversariante pelo sucesso de estar ainda presente na grande aventura que é esta incrível jornada que chamamos &#8220;vida&#8221;. Além disso, teria um sentido mágico de realizar pedidos, pois o fogo é um elemento transformador. Assim, acendemos as velas para simbolizar que aquilo que buscamos concretizar neste ano que se inicia para nós será carregado de energia interior &#8211; para que possamos transformar o futuro.</p>
<h2>SETÊNIOS</h2>
<dl>
<dd title="Setênios">0 a 7 anos: formação do corpo</dd>
</dl>
<dl>
<dd title="Setênios">7 a 14 anos: conhecendo o mundo</dd>
</dl>
<dl>
<dd title="Setênios">14 a 21 anos: pertencendo a um grupo</dd>
</dl>
<dl>
<dd title="Setênios">21 a 28 anos: experimentando o mundo e a mim mesmo</dd>
</dl>
<dl>
<dd title="Setênios">28 a 35 anos: juntando razão e coração</dd>
</dl>
<dl>
<dd title="Setênios">35 a 42 anos: ampliando a consciência</dd>
</dl>
<dl>
<dd title="Setênios">42 a 49 anos: buscando a autenticidade</dd>
</dl>
<dl>
<dd title="Setênios">49 a 56 anos: desenvolvendo a escuta interna</dd>
</dl>
<dl>
<dd title="Setênios">56 a 63 anos: valorizando a intuição</dd>
</dl>
<dl>
<dd title="Setênios">de 64 anos em diante: doando os frutos maduros</dd>
</dl>

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		</item>
		<item>
		<title>Como mudar o que nos incomoda?</title>
		<link>http://www.terapiabiografica.com.br/2010/07/21/como-mudar-o-que-nos-incomoda/</link>
		<comments>http://www.terapiabiografica.com.br/2010/07/21/como-mudar-o-que-nos-incomoda/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 13:03:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[antroposofia]]></category>
		<category><![CDATA[auto-desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Em tempos de crise, seja financeira ou pessoal, a necessidade de mudanças na vida se torna cada vez mais importante. Mudar é importante, mas mudar como? Mudar o quê? Mudar para quê? Responder a estas três perguntas é a chave para que essas mudanças sejam coerentes com sua história, sua trajetória até o momento atual. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste"><a href="http://www.terapiabiografica.com.br/wp-content/uploads/2010/06/sky-and-goal-post-scotwills1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-107" title="sky-and-goal-post-scotwills1" src="http://www.terapiabiografica.com.br/wp-content/uploads/2010/06/sky-and-goal-post-scotwills1-300x230.jpg" alt="" width="300" height="230" /></a></div>
<div>Em tempos de crise, seja financeira ou pessoal, a necessidade de mudanças na vida se torna cada vez mais importante. Mudar é importante, mas mudar como? Mudar o quê? Mudar para quê? Responder a estas três perguntas é a chave para que essas mudanças sejam coerentes com sua história, sua trajetória até o momento atual.</div>
<div id="_mcePaste">Como identifico o que precisa ser mudado? Lendo artigos sobre autoajuda? Ouvindo conselhos de amigos preocupados? Radicalizando e mudando tudo de uma vez? Muitas vezes, mudamos levados pela precipitação.Sendo assim,o &#8220;barulho&#8221; interior, causado pela insatisfação, não permite escutar nossa voz interior que sussurra claramente aquilo que nos incomoda e como podemos mudar. É aí que a proposta da Terapia Biográfica melhor mostra seus efeitos. Através de um trabalho chamado Panorama Biográfico, em que a primeira atividade é elaborar uma pergunta, geralmente expressa de forma artística, por meio de aquarela ou modelagem em argila.</div>
<div id="_mcePaste">Por que de forma artística e não simplesmente falando? Temos diferentes meios para nos expressarmos, a palavra falada é um deles, talvez o mais prático, pois você carrega suas cordas vocais o dia todo. A palavra escrita já é outro meio, e o que você expressa já assume um significado um pouco diferente. Faça o teste: grave uma conversa sua com alguém falando sobre qualquer assunto. Depois escreva o que você pensa sobre aquele assunto. Então leia o que escreveu e ouça o que falou. Perceba como o peso das palavras numa forma ou outra de expressar-se assume proporções distintas, e permite que você tenha uma percepção diferente de tal assunto. Muito mais diversa ainda é a proporção dos fatos ao ser expressa em meios diferentes, como na pintura, no desenho, na modelagem em argila, na dança. Esta é a missão maior da arte: permitir a expressão daquilo que, de outra forma, não poderia ser expresso, pelo menos, não com as possibilidades que os recursos artísticos permitem.</div>
<div id="_mcePaste">Voltando ao assunto das metas, elaboramos a pergunta sob uma forma artística, aquela a que estamos menos acostumados, menos condicionados, menos preparados para manipular e criticar durante o processo. Daí seguimos o processo de rever e recontar a própria história, acessando a memória também através da palavra falada e escrita, e através da arte. Ouvir a própria história contada por si mesmo de diferentes maneiras permite uma visão panorâmica, como se você olhasse um vilarejo do alto de uma montanha, e o sentido da sua biografia se revela com maior clareza. É por este sentido que você puxa o fio para criar as suas metas de mudança. E elas precisam sempre responder às três perguntas:</div>
<div id="_mcePaste">1 O que quero mudar na minha vida?</div>
<div id="_mcePaste">2Para que quero mudar isto?</div>
<div id="_mcePaste">3Como vou realizar esta mudança?</div>
<div id="_mcePaste">Estas mudanças, portanto, não são aleatórias, são fundamentadas na voz interna &#8211; que traz aquilo que em essência você é e busca sua missão de vida. É importante que após três meses você reveja essas metas, a partir do que você realizou no curto prazo:</div>
<div id="_mcePaste">A forma como você vem agindo vai de encontro às suas aspirações ou lhe provoca arrependimento logo após a ação?</div>
<div id="_mcePaste">Essas metas são possíveis ou somente geradoras de culpa e ansiedade?</div>
<div id="_mcePaste">Se for o caso, refaça suas metas em bases mais próximas de suas aspirações e de suas possibilidades neste momento. As metas são um meio para aproximar-se de seu eu interior, não devem ser mais uma cobrança sem sentido que nos impomos. E quando nos aproximamos de nosso eu interior, de nossa essência, nos aproximamos desse estado que sempre buscamos: a felicidade!</div>
<p>Em tempos de crise, seja financeira ou pessoal, a necessidade de mudanças na vida se torna cada vez mais importante. Mudar é importante, mas mudar como? Mudar o quê? Mudar para quê? Responder a estas três perguntas é a chave para que essas mudanças sejam coerentes com sua história, sua trajetória até o momento atual.<br />
Como identifico o que precisa ser mudado? Lendo artigos sobre autoajuda? Ouvindo conselhos de amigos preocupados? Radicalizando e mudando tudo de uma vez? Muitas vezes, mudamos levados pela precipitação.Sendo assim,o &#8220;barulho&#8221; interior, causado pela insatisfação, não permite escutar nossa voz interior que sussurra claramente aquilo que nos incomoda e como podemos mudar. É aí que a proposta da Terapia Biográfica melhor mostra seus efeitos. Através de um trabalho chamado Panorama Biográfico, em que a primeira atividade é elaborar uma pergunta, geralmente expressa de forma artística, por meio de aquarela ou modelagem em argila.<br />
Por que de forma artística e não simplesmente falando? Temos diferentes meios para nos expressarmos, a palavra falada é um deles, talvez o mais prático, pois você carrega suas cordas vocais o dia todo. A palavra escrita já é outro meio, e o que você expressa já assume um significado um pouco diferente. Faça o teste: grave uma conversa sua com alguém falando sobre qualquer assunto. Depois escreva o que você pensa sobre aquele assunto. Então leia o que escreveu e ouça o que falou. Perceba como o peso das palavras numa forma ou outra de expressar-se assume proporções distintas, e permite que você tenha uma percepção diferente de tal assunto. Muito mais diversa ainda é a proporção dos fatos ao ser expressa em meios diferentes, como na pintura, no desenho, na modelagem em argila, na dança. Esta é a missão maior da arte: permitir a expressão daquilo que, de outra forma, não poderia ser expresso, pelo menos, não com as possibilidades que os recursos artísticos permitem.<br />
Voltando ao assunto das metas, elaboramos a pergunta sob uma forma artística, aquela a que estamos menos acostumados, menos condicionados, menos preparados para manipular e criticar durante o processo. Daí seguimos o processo de rever e recontar a própria história, acessando a memória também através da palavra falada e escrita, e através da arte. Ouvir a própria história contada por si mesmo de diferentes maneiras permite uma visão panorâmica, como se você olhasse um vilarejo do alto de uma montanha, e o sentido da sua biografia se revela com maior clareza. É por este sentido que você puxa o fio para criar as suas metas de mudança. E elas precisam sempre responder às três perguntas:<br />
1 O que quero mudar na minha vida?2Para que quero mudar isto?3Como vou realizar esta mudança?Estas mudanças, portanto, não são aleatórias, são fundamentadas na voz interna &#8211; que traz aquilo que em essência você é e busca sua missão de vida. É importante que após três meses você reveja essas metas, a partir do que você realizou no curto prazo:<br />
A forma como você vem agindo vai de encontro às suas aspirações ou lhe provoca arrependimento logo após a ação?Essas metas são possíveis ou somente geradoras de culpa e ansiedade?Se for o caso, refaça suas metas em bases mais próximas de suas aspirações e de suas possibilidades neste momento. As metas são um meio para aproximar-se de seu eu interior, não devem ser mais uma cobrança sem sentido que nos impomos. E quando nos aproximamos de nosso eu interior, de nossa essência, nos aproximamos desse estado que sempre buscamos: a felicidade!</p>

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		<title>Preste atenção em você e ganhe saúde</title>
		<link>http://www.terapiabiografica.com.br/2010/07/14/preste-atencao-em-voce-e-ganhe-saude/</link>
		<comments>http://www.terapiabiografica.com.br/2010/07/14/preste-atencao-em-voce-e-ganhe-saude/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 12:56:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[antroposofia]]></category>
		<category><![CDATA[auto-desenvolvimento]]></category>
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		<description><![CDATA[O seu corpo é mantido em funcionamento harmonioso pela energia vital. É ela que mantém os órgãos funcionando de forma equilibrada e os tecidos cumprindo sua função na complexidade que é o corpo humano. A energia vital é governada pela sua essência, que também é chamada eu interior ou self. É aquilo que você no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.terapiabiografica.com.br/wp-content/uploads/2010/06/nia-technique.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-103" title="nia technique" src="http://www.terapiabiografica.com.br/wp-content/uploads/2010/06/nia-technique-278x300.jpg" alt="" width="278" height="300" /></a></p>
<p>O seu corpo é mantido em funcionamento harmonioso pela energia vital. É ela que mantém os órgãos funcionando de forma equilibrada e os tecidos cumprindo sua função na complexidade que é o corpo humano. A energia vital é governada pela sua essência, que também é chamada eu interior ou self. É aquilo que você no fundo é e que traz a memória de sua missão de vida, do sentido que você busca na vida. Esta essência é inconsciente, você pode acessá-la pela intuição e não pelo raciocínio lógico.</p>
<p>Sua saúde e bem-estar dependem fundamentalmente de estar em sintonia com sua missão de vida. Se você está agindo de acordo com ela, sente-se feliz e seu corpo funciona adequadamente. Se, por outro lado, você age de forma diferente daquilo que faz sentido para sua vida, as doenças aparecem, e você se sentirá triste e angustiado. A doença, nesse sentido, é o sinal de alarme para o afastamento que você está tomando de sua essência. É quando você está doente que deve estar mais atento para olhar dentro da sua história de vida. Assim, pode buscar, através do que os fatos evidenciam, o sentido da sua própria vida &#8211; e recuperar o passo para andar na trilha indicada por esse resgate.</p>
<p>Você pode fazer isso valendo-se de um diário onde você anotará toda noite o que lhe aconteceu naquele dia, o que você aprendeu, a quem você é grato e o que você pode fazer com isso. Depois de alguns meses escrevendo, releia o conjunto de suas anotações e você começará a perceber como os fatos isolados e os encontros com essas pessoas que lhe ajudam têm um sentido. Procure perceber esse sentido com sua intuição, e você perceberá o fio condutor do seu destino. Num Biográfico Panorâmico este trabalho é feito de maneira intensiva e em grupo, além de usar outras formas de expressão, como pintura, dança e modelagem, o que facilita a percepção desse fio condutor.</p>
<p>A sua missão de vida faz parte de um intrincado relacionamento que cada ser humano tem com os outros com quem vive em comunidade, com todos os seres do planeta e com o universo. A profissão que você escolheu, por exemplo, não é importante somente para você, mas para muitas pessoas que dependem de você. Quem tem filhos, imediatamente pensa neles, mas é preciso reconhecer que sua vida está ligada a muito mais pessoas, às vezes de forma sutil, como o vendedor de doces que traz aquele docinho que te adoça a tarde monótona no escritório. Dependemos uns dos outros e cada um tem sua missão de vida entrelaçada às missões de cada um na humanidade. Poderíamos chamar esse inter-relacionamento de Ecologia Humana.</p>
<p>O trabalho biográfico de base antroposófica busca clarear este sentido, a missão de vida, através do resgate de fatos de sua biografia.Entender a própria história permite transformar o presente, e viver em plenitude dentro da missão de vida que cada um escolheu para si mesmo.</p>
<p>Lançando mão da reflexão, o trabalho biográfico resgata os fatos do passado de cada um; da partilha desses fatos em grupo (onde muitas vezes o outro funciona como espelho)e através da arte, que é a forma de expressão pela qual o inconsciente melhor se expressa. Jogamos luz em nossas vivências e percebemos como nossa essência se manifesta. Dessa forma, podemos fazer as mudanças necessárias em nossas vidas para sermos mais felizes e saudáveis.</p>
<p>E quanto às doenças, aprenda a percebê-las como amigas que lhe lembram de parar e refletir sobre sua própria vida. Elas lhe fazem perceber se você está indo na direção que traçou para o seu desenvolvimento. Afinal de contas, os melhores amigas são aqueles que nos avisam quando estamos no caminho errado.</p>

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		<title>Praticando o desapego</title>
		<link>http://www.terapiabiografica.com.br/2010/07/07/praticando-o-desapego/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 12:50:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[antroposofia]]></category>
		<category><![CDATA[auto-desenvolvimento]]></category>
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		<description><![CDATA[A entrega do Oscar de melhor filme estrangeiro neste ano trouxe uma surpresa. O filme japonês Partidas(Departures /Okuribito) levou a tão desejada estatueta no lugar de outros filmes mais incensados pela crítica. Mas afinal de contas, o quePartidas tem que o torna tão especial? Trata-se da história de um homem na faixa dos 20 anos, casado, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/0zvE-67leiw&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/0zvE-67leiw&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
A entrega do Oscar de melhor filme estrangeiro neste ano trouxe uma surpresa. O filme japonês <em>Partidas</em>(Departures /Okuribito) levou a tão desejada estatueta no lugar de outros filmes mais incensados pela crítica. Mas afinal de contas, o que<em>Partidas</em> tem que o torna tão especial? Trata-se da história de um homem na faixa dos 20 anos, casado, que toca violoncelo numa orquestra em Tóquio, e esta é dissolvida pelo patrocinador. Ele volta à sua cidade natal com a sua mulher e consegue um emprego no qual ganha muito bem. O que o desagrada é o novo trabalho em si: arrumar defuntos para serem cremados, numa cerimônia em que a família da pessoa morta está presente. À medida em que ele persiste no emprego, começa a perceber a importância do que faz e a dignidade de honrar os mortos em sua despedida.</p>
<p>Um outro filme, este feito para a TV, pela HBO, chamado <em>Correr Riscos</em>(<em>Taking Chance</em>) mostra um coronel que escolta o corpo de um soldado morto na guerra do Iraque para ser entregue a seus pais no interior, e também fala de despedir-se com dignidade.</p>
<p>A morte faz parte da vida, mas muitas vezes a negamos, talvez pelo medo, talvez por estarmos ocupados demais tentando sobreviver. Quando entendemos a morte como a outra face da vida, esta toma um novo sentido. Podemos efetivamente viver &#8211; e não somente sobreviver. Geralmente a morte, principalmente de pessoas queridas, nos sacode de nossa zona de conforto, de uma forma mais ou menos intensa, provocando questionamentos sobre a vida, principalmente sobre aquelas questões que adiamos a resolução. A morte nos lembra que tudo passa, que nada é para sempre, e dá uma noção real de que o tempo anda, e não espera.</p>
<p>É preciso saber dizer adeus a quem nos deixa, mesmo sabendo que o que está presente naquele instante é um corpo sem vida. Isso realça a dignidade da vida, não só daquele que morreu, mas de quem ainda vive.</p>
<p>Dizer que a morte faz parte da vida nos faz pensar só no final, mas é muito mais presente do que isso: a cada situação em que precisamos terminar algo para começar uma nova etapa da vida, a morte está ali. Na Índia, a religião hindu tem uma trindade de deuses, formada por Brahma, Shiva e Vishnu. Brahma é o criador de tudo, Shiva é o destruidor e Vishnu o preservador. Parece meio sinistro um deus que destrói, mas é através da destruição do que está gasto que há renovação, que é possível nascer o novo. Não à toa, Shiva é o deus mais adorado na Índia, tendo muito mais templos onde é cultuado, do que os outros deuses da trindade hindu.</p>
<p>Pode parecer absurdo o que eu vou dizer, mas integre a morte em sua vida para que você possa viver mais plenamente. Busque soluções para aqueles problemas que vem adiando, como se o tempo não passasse. Perceba o que já terminou em sua vida, e você não reconhece. Muitas vezes nos apegamos a situações que já não fazem mais sentido, somente pela rotina. Podem ser situações de trabalho, de relacionamento, de hábitos. Viver tendo presente a perspectiva de que morreremos não deveria trazer medo, mas acentuar a responsabilidade que temos de fazer com que a nossa vida tenha o rumo que planejamos para ela. Assim, podemos ser dignos de um dia morrer conscientes de que buscamos (mas nem sempre conseguimos) realizar aquilo que é necessário da melhor forma possível.</p>

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		<title>O Ninho Vazio: Como vivenciar?</title>
		<link>http://www.terapiabiografica.com.br/2010/06/30/o-ninho-vazio-como-vivenciar/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 12:43:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Em fevereiro passado, o público brasileiro de cinema foi brindado com mais um delicado filme argentino, chamado &#8220;O Ninho Vazio&#8221;. O longa mostra um casal vivendo essa crise de mesmo nome, uma situação muito comum na vida e pouco valorizada. Esta síndrome (síndrome é o título usado pela medicina e psicologia para algo que não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.terapiabiografica.com.br/wp-content/uploads/2010/06/ninho.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-98" title="ninho" src="http://www.terapiabiografica.com.br/wp-content/uploads/2010/06/ninho-300x232.jpg" alt="" width="300" height="232" /></a></p>
<p>Em fevereiro passado, o público brasileiro de cinema foi brindado com mais um delicado filme argentino, chamado &#8220;O Ninho Vazio&#8221;. O longa mostra um casal vivendo essa crise de mesmo nome, uma situação muito comum na vida e pouco valorizada. Esta síndrome (síndrome é o título usado pela medicina e psicologia para algo que não pode ser bem classificado como uma doença, mas que apresenta certa regularidade de sintomas) geralmente começa depois dos 42 anos, numa fase em que os filhos deixam a casa dos pais para construir suas próprias vidas. Toda a rotina dos pais, que até então girava muito em torno dos filhos, precisa ser modificada. A mulher e o homem percebem que há mais espaço, mais tempo para si e para o casal, e começam a aparecer os problemas.</p>
<p>Se antes um fim de semana com os filhos viajando seria comemorado com um &#8220;enfim sós&#8221; e champanhe, agora esse &#8220;enfim sós&#8221; tem gosto de solidão a dois. Pode haver tristeza profunda, um sentimento de inutilidade que atinge ambos, mas geralmente mais a mulher, que costuma estar nesta fase vivendo as mudanças, nem sempre agradáveis, que a menopausa traz. E a solidão se torna um sentimento muito forte!</p>
<p>Para a mulher, o Ninho Vazio costuma ser sentido com mais dor, porque culturalmente muitas mulheres colocam como meta central da sua vida a maternidade. Para muitas, deixar de cuidar dos filhos para apenas partilhar sentimentos com eles é fazer pouco, é não ser mãe. Isto vale mesmo para mulheres que trabalham fora, que têm sucesso em suas carreiras, porém sentem-se como se um pedaço fosse tirado delas. Hoje este Ninho Vazio pode ser sentido também diante da separação de um casal, em que os filhos ficam sob a guarda do pai ou da mãe e aquele que fica só com as visitas sente muito essa ausência em sua rotina. Mais aguda é essa dor quando os filhos ficam com o pai e a mãe passa por todos os sentimentos de inadequação e abandono &#8211; neste caso somados ao de fracasso, que não se justifica na maioria das vezes.</p>
<p>O relacionamento do casal no filme, assim como na vida real, sofre abalos sísmicos nessa fase. O vazio deixado pela saída dos filhos traz à tona comportamentos e imagens que um tem do outro que permaneciam meio obscurecidos no dia-a-dia tumultuado que havia antes. Neste momento a Terapia Biográfica pode ajudar muito, tanto a pessoa que sofre por estar vivendo estas mudanças quanto o casal que sofre por não se reconhecer mais como uma família e não perceber a mudança que se faz necessária. Através de conversas e de trabalhos artísticos, comumente usados na Terapia Biográfica, é possível que cada um entenda melhor seus objetivos de vida e busque realizá-los, trazendo o sentimento de realização, de satisfação interior, de felicidade, enfim. É importante sempre ter em mente que ser pai ou mãe é uma missão importante na vida de uma pessoa, mas não é tudo!</p>
<p>A vida passa por várias fases e muitas vezes não percebemos que as circunstâncias são diferentes, e continuamos com comportamentos e expectativas que não cabem mais. Precisamos estar atentos a essas mudanças. Uma dica simples para você perceber as mudanças é fazer um pequeno diário. Quando estiver vivenciando o Ninho Vazio, escreva à noite uma espécie de retrospectiva do dia, relatando o que foi aprendido naquele dia e o que muda na sua vida através deste aprendizado. É como acompanhar o crescimento de um filho marcando na parede sua altura. Se você só olha para a criança, não se dá conta da mudança constante em seu tamanho, mas marcando regularmente cria atenção. Assim também esse ´caderno de aprendizagem´ permite ver as mudanças em sua vida de uma forma mais próxima. E as mudanças virão mesmo, mas que estejamos prontos para elas e saibamos reconhecê-las e transformar nossas vidas de acordo com nossas aspirações mais íntimas.</p>
<p>Nunca se esqueça que ser mãe ou ser pai faz parte de sua vida, mas não pode abarcar toda a sua vida. O que lhe interessa? Você tem algum hobby ou gostaria de ter um e ainda não teve tempo? Você tem algum sonho que vem adiando, esperando o momento de ter mais folga? Você pensa em dar um novo rumo à sua carreira? Qual é o rumo que você pretende dar ao seu casamento?</p>
<p>A angústia de ver os filhos saindo do ninho pode muito bem ser compensada observando o voo deles por novas paisagens, novos relacionamentos, novos desafios profissionais. Reconhecer que os filhos são adultos e que precisam voar com as próprias asas, isto é que vai fazer diferença no seu sentimento: perceber que você não perdeu os filhos e estar aberta para ajudá-los se precisarem.</p>
<p>Este é o momento de direcionar seus talentos e sua energia para algo novo, afinal o Ninho Vazio é o prenúncio de um novo nascimento.</p>
<p>Filme O Ninho Vazio (El Nido Vacío, 2008), de Daniel Burman &#8211; 98 minutos -<a href="http://www.elnidovacio.com/" target="_blank">http://www.elnidovacio.com</a></p>

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		<title>Reviver ou resgatar ou passado?</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 12:35:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[antroposofia]]></category>
		<category><![CDATA[auto-desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>

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<p>Recentemente, recebi um e-mail com críticas ao trabalho da Terapia Biográfica, alegando que seria uma forma de reviver o passado e não viver o presente, citando vários filósofos e gurus. Respondi que a Terapia Biográfica tem o objetivo de encontrar sentido através da observação de fatos da própria vida, que são revistos de maneira objetiva, separando o que são fatos do que são sentimentos. Por isso, a proposta em nenhum momento é &#8220;reviver&#8221; o passado, mas resgatá-lo, para compreender o presente e mudar o futuro.</p>
<p>Existem várias formas de iniciação, baseadas em ensinamentos de diversos mestres e tradições, mas nenhuma tão sensível a realizar mudanças em nossas vidas quanto à compreensão da própria biografia. Este é o significado de &#8220;resgatar o passado&#8221;, obter o entendimento da história que vivemos até agora, para perceber que o nosso comportamento hoje é determinado em grande parte por esta história, que não pode ser mudada, mas compreendida. Neste ponto, o momento presente deixará de ser governado por padrões de comportamento nem sempre agradáveis.</p>
<p>Viver o presente muitas vezes pode significar repetir padrões criados no passado. Esses padrões são inconscientes e geralmente nos damos conta deles justamente quando olhamos para trás. Vemos várias situações que, no momento em que aconteceram, pareciam tão originais, revelarem-se as mesmas, mas com personagens diferentes. Resgatar o passado é justamente tirar a sua vida de lá e trazê-la para o presente, deixando de ser refém do que passou, repetindo padrões que já não cabem mais.</p>
<p>Viver o momento atual não pode significar jogar o passado para baixo do tapete, como se não houvesse existido. Porque muito do que vivemos hoje foi construído por ações e omissões nossas no passado. E o futuro poderá ser moldado com metas seguras, afinal estaremos navegando em mares agora conhecidos, apesar das novidades que sempre surgirão em nossas vidas. Quando resgatamos o passado, percebemos esses padrões e podemos conscientemente transformar nossas vidas de forma que atuemos a partir do que o momento presente nos pede e não a partir da repetição de padrões.</p>
<p>A Terapia Biográfica enfatiza a responsabilidade pessoal pela própria vida. Longe da ideia do &#8220;homem que se faz sozinho&#8221;, mostra que é preciso também reconhecer as ajudas que recebemos (mesmo quando elas vieram disfarçadas de obstáculos no caminho). Devemos ter consciência do que conquistamos por nossas iniciativas. Na minha situação, por exemplo: há 20 anos eu sou médico e tive que renunciar a muita coisa para conseguir isto. Também tive ajuda de meus pais, de professores, de colegas, para chegar aqui &#8211; e tive que enfrentar obstáculos também. O sentido que esta ajuda e que meu esforço para atingir este objetivo revelam pode me ajudar a estabelecer metas para as conquistas que ainda almejo, e trabalhar hoje em cima delas. A mesma responsabilidade pessoal deve ser buscada nos fatos desagradáveis da vida: o que eu faço para que eles aconteçam? Desta maneira, a sua própria história torna-se o seu grande mestre. E assim você pode viver o agora plenamente!</p>
<p><a href="http://marceloguerra.com.br/" target="_blank">Marcelo Guerra</a></p>
<p>Artigo originalmente publicado na <a href="http://www.personare.com.br/revista/identidade/materia/574/alice-e-a-crise-de-identidade" target="_blank">Revista Personare</a>.</p>

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